sábado, 25 de maio de 2013
QUAL É JUSTIÇA QUE EU BUSCO?
Fazia alguns dias que não escrevia... mas hoje gostaria de deixar uma reflexão sobre justiça e injustiça. Em uma das minhas devocionais me deparei com o seguinte texto: "Por causa do Senhor, sujeitem-se a toda autoridade constituída entre os homens; seja ao rei, como autoridade suprema, seja aos governantes, como por ele enviados para punir os que praticam o mal e honrar os que praticam o bem. Pois é da vontade de Deus que, praticando o bem, vocês silenciem a ignorância dos insensatos." (1 Pedro 2:13-15). Interessante, não é? Pois bem, isso me fez lembrar um pouco da minha iniciação acadêmica, sobre a influência do marxismo em nossas universidades, que levam os jovens a reivindicarem das mais absurdas maneiras. Só que surge a questão: será que buscamos a justiça de Deus ou queremos fazer a nossa própria justiça? Confesso que volta e meia tenho pensado nisso e tenho visto que é muito fácil, em nome de Deus, buscarmos a nossa própria justiça. Em nome da verdade, muitas vezes somos convencidos de que vale a pena reivindicar, independente da forma. Mas a Palavra de Deus nos ensina algo muito precioso, que a nossa sociedade precisa conhecer: o bem. Fazer o bem não significa ser indiferente às injustiças, mas confiar na justiça que não falha; a de Deus. Fazer o bem não significa abrir mão da crítica, mas sujeitar a nossa crítica a quem nos deu a capacidade de fazê-la; o próprio Deus. Fazer o bem significa se sujeitar às autoridades, mesmo quando elas não temem a Deus, pois elas foram colocadas pelo próprio Deus para governar o mundo (Rm 13. 1). Praticando o bem, os que praticam a injustiça, não terão argumentos contra o evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo! Esse é o desafio para a igreja de hoje e de todos os tempos. Este é o seu, o meu, o nosso desafio: fazer o bem, não importa a quem. Tenha um bom final de semana.
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