sexta-feira, 20 de julho de 2012

ACIMA DAS CPIs


Mais uma vez a política nacional é marcada pelos mensalões, CPIs, e “cassações”. Dessa vez, o senador Demóstenes Torres foi o alvo dos ataques da imprensa e das rádio-peões. Falando sobre a corrupção, em um debate  apresentado pela Rede Globo nessa última terça-feira, o historiador Clóvis Bulcão, comentou que “a corrupção está instalada lá em cima (na Política Pública), mas começa com as pequenas corrupções que nós cometemos diariamente. Na verdade a corrupção começa um pouco em cada uma das nossas casas”.  Não sei se Bulcão é  cristão ou não, entretanto, já dizia Jesus, há cerca de 2 mil anos atrás, que “quem é fiel no pouco, também é fiel no muito, e quem é desonesto no pouco, também é desonesto no muito” (Lc 16. 10). Isso quer dizer, que a fidelidade não refere-se a valores ou à posição ocupada, mas ao caráter das pessoas.

A corrupção pública é um tema que realmente precisa ser revisto pela sociedade brasileira, mas o que muito me admira é como nós, cidadãos brasileiros e, às vezes, até cristãos, criticamos o desvio da verba pública e somos tão coniventes com a cola na escola, o troco a mais na padaria, o estacionamento em local destinado a deficientes, dentre tantos outros “jeitinhos brasileiro”.
Para o mundo, a pauta caráter é algo tão somente relativo à ética social, mas para nós, crentes em Jesus, vai além da ética, é uma questão de novo nascimento e presença santificadora do Espírito Santo. Fomos feitos criação de Deus em Cristo Jesus para fazermos boas obras, ou seja, para vivermos uma vida com padrões mais altos do que esse mundo, para a glória de Deus. Nós temos a responsabilidade de mostrar ao mundo a razão da nossa esperança (1Pe 3. 15), por meio de um testemunho vivo, autêntico, corajoso e transformador!
Mas para viver assim, como testemunho vivo, precisamos santificar a Cristo em nossos corações, fazendo com que a sua vida seja revelada em nós, no lugar da nossa antiga e mundana vida. Surpreenda-se com o que Deus pode fazer em você e por meio de você!

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