sexta-feira, 25 de maio de 2012

Sou ateu, mas sou crente!

Não se assuste com essa declaração, pois a mesma não é contraditória, muito menos esquizofrênica. O ateísmo, em geral, é um posicionamento da negação da divindade, ou seja, para o ateu, não há Deus. Diante disso, como é possível afirmar que um ateu é um crente ao mesmo tempo? Como podemos explicar que um crente nega a existência e a condução soberana de Deus?

Jz 21. 25 descreve uma época em que o povo de Israel – também conhecido como o povo de Deus – não possuía, aqui na terra, um rei, e por causa disso, cada um fazia o que lhe parecia certo. Esse episódio da historia de Israel, de aproximadamente 3 mil anos atrás, tem muito a ensinar a nós, a igreja do século XX, afinal nos mostra como o ser humano consegue conviver com os títulos sem ter uma vida coerente com os mesmos.

Infelizemente, é cada vez mais comum em nossa geração os crentes nominais, que se dizem acreditar em Deus e, até mesmo, crer em Jesus Cristo como seu salvador, mas que no dia-a-dia, vivem como se Deus não existisse. Muitas pessoas afirmam ter fé em Deus, mas expressam expectativas totalmente centradas em si mesmas, nos seus próprios interesses.

O ateísmo cristão tem sido uma verdade na vida de muitos crentes. E você, como se vê em relação a isso? Suas decisões dependem do seu achismo ou de um Deus que tem padrões muito melhores do que o seu e é reconhecido como autoridade legítima?

Sejamos crentes em um Deus soberano que haje em favor do seu povo, por meio de Jesus Cristo, que se entregou por nós, para que não vivamos mais para nós mesmos, mas para Ele (2Co 5. 14-15).

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