terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Então é Natal...

"Feliz Natal... hohoho!!!"

O bom velhinho sempre aparece nesta época, não é mesmo? Para alguns, Papai Noel, para outros Santa Claus, São Nicolau ou Pai Natal. O certo é que com ele, milhares de pessoas incorporam o espírito de Natal, consagrando a reunião da família, a paz, a fraternidade e a solidariedade entre os homens.

É impressionante o que Papai Noel, com suas renas voadoras e seus ajudantes mágicos, conseguem fazer nas mais diversas sociedades, onde se comemoram a maior festa cristã do mundo! É isso mesmo, a maior Festa Cristã de todo o mundo!

Mas se é a maior festa cristã, onde está Cristo? Por que o nascimento do menino Jesus ficou às margens do bom velhinho com seu trenó cheio de presentes e da mesa farta nas noites do dia 24 de dezembro? E por que o Natal é a maior festa cristã, já que na morte e ressurreição encontra-se a maior esperança do cristianismo? Pois é, tem muita coisa controvertida nessa tradição, nesse espírito de Natal, enfim, nessa festa cristã!

Amados irmãos em Cristo Jesus, não podemos nos calar diante de tradições que ofuscam a verdade! Precisamos nos lembrar que o nascimento virginal de Cristo, na cidade de Belém da Judéia, é um dos maiores milagres que a história da humanidade já pôde presenciar! As nossas Bíblias nos revelam que o nascimento de Jesus foi algo sobrenatural, onde o próprio Deus interviu no tempo para cumprir as Suas palavras e Seus desígnios eternos de redimir a humanidade dos seus pecados. Profetas do Antigo Testamento anunciaram a vinda do Messias, do Ungido de Deus, dAquele que salvaria os homens da condenação do pecado e os tonaria, novamente, aceitáveis a Deus.
 
Por milhares de anos, a humanidade aguardou pela obra redentora de Deus e esta, se manifestou, no nascimento, na vida, morte e ressurreição de Jesus. Portanto, a verdadeira fé cristã não pode estar vinculada a outros elementos que não sejam o próprio Jesus. Se não bastassem tantas "religiões" que tiram de Jesus Cristo a exclusividade de uma experiência libertadora em Deus, muitos cristãos ainda adotam outros elementos, como Papai Noel, que desviam o foco da verdade.
 
Se tolerarmos tais desvios, com o discurso de que radicalismo demais gera fanatismo, que uma simples tradição para crianças não pode abalar a nossa crença, corrermos o sério risco de desenvolvermos uma fé num Cristo de historinhas e não no Único Caminho que verdadeiramente leva o homem de volta para Deus. Devemos nos lembrar que, na época dos apóstolos, várias sutilidades tentavam afastar o homem do Cristo redentor e que, hoje, muitos "cristãos" já não se lembram do real sentido de serem cristãos.
 
Se fizermos uma simples pesquisa na internet, digitando Natal, veremos quase de tudo, até mulheres de biquínis insinuantes, menos a figura do próprio Cristo.

Aproveitemos o dia 25 de dezembro - ainda que o mesmo provavelmente não seja a data real do nascimento de Jesus - para reafirmarmos que o verdadeiro espírito do Natal está na pessoa e na obra de Cristo, o Filho do Deus vivo, que veio a nós como menino, cresceu como varão perfeito, morreu e ressuscitou, dando-nos a esperança da glória.

Um Feliz Natal!


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