Quando ouvimos depoimentos calorosos de missionários a respeito das mais diversas necessidades dos campos espalhados pelo mundo, especialmente sobre a África, quase sempre nos sentimos impelidos a fazer algo em favor do Reino, não é mesmo? Mas aí vem o tempo, os afazeres diários, a correria e as preocupações da vida, que tomam conta da nossa atenção e se encarregam de esfriar aquele ímpeto por missões que nasceu tempos atrás.
É quase sempre assim! Na busca desenfreada pelos nossos interesses, com freqüência estamos na igreja e não percebemos que somos a igreja. Ouvimos sobre missões e invariavelmente associamos o termo aos programas esporádicos de arrecadação de dinheiro para trabalhos em lugares remotos. Ouvimos e vemos missionários, pensando que são cristãos especiais e não nos damos conta de que todo o cristão deve cumprir com zelo o Ide e fazei discípulos de todas as nações. Estamos em templos cada vez mais suntuosos, enquanto ainda encontramos inúmeras comunidades que não possuem nenhum trabalho evangélico implantado. Carregamos em nosso consciente que missionário, evangelista, pastor ou obreiro de tempo integral deve estar apto a padecer por dificuldades com serenidade, mas não admitimos que tais dificuldades cheguem a nossas casas.
Enfim, até desejamos fazer algo em favor do Reino, mas nos lembramos de nossos caprichos enraizados e temos dificuldade de prosseguir com as nossas boas intenções. Esquecemos-nos de Mateus 6. 25-35 e buscamos textos bíblicos que nos convém, mesmo que para isso, tenhamos que tirá-los totalmente do contexto e darmos uma forçadinha no seu significado. Às vezes, até nos aprofundamos no estudo da Bíblia, mas quase sempre as nossas práticas estão bem a quem do nosso vasto conhecimento das Escrituras.
Não creio que o evangelho seja um voto de pobreza, mas estou convicto que o evangelho nos chama a negarmos a nós mesmos, tomarmos a nossa cruz e seguirmos a Cristo. Também não entendo o evangelho como um caminho de penitência para a obtenção do favor de Deus, contudo, vejo que os valores do Reino são diferentes dos valores do mundo (Cl 3. 1-3).
Na viagem a Pernambuco, podendo conhecer um pouco da realidade de algumas comunidades, como de Brejão e de Correntes, vi mais uma vez quão grande necessidade temos em nosso próprio país e quão poucos obreiros têm se colocado a disposição do Senhor para o trabalho. Percebi, outra vez, que aquilo que para poucos é necessidade, para muitos é luxo. Pude encontrar vidas que, com tão pouco, se doam em favor da restauração de outras vidas e se alegram no serviço do Senhor e se satisfazem com a presença de Deus no seu dia-a-dia.
Louvo a Deus pela oportunidade que me dá para entender que o que tenho é mais do que suficiente para servi-Lo, que careço muito da Sua misericórdia diária e que o serviço do Senhor revigora a fé e revela minha condição carente da graça de Deus. Poder partilhar de experiências do campo missionário é um presente de Deus.
Se há um motivo maior para servir, este motivo é a graça de Deus que um dia me alcançou! Ver esta graça se manifestando diariamente em nossas limitações nos motiva a buscarmos mais do Senhor! O campo missionário é uma oportunidade ímpar, dinâmica e desafiante de experimentarmos dessa graça de Deus. Fica o desafio de investir mais dos seus recursos, do seu tempo, da sua presença em missões! Tenha certeza, seus valores serão impactados por um Deus que tem interesse de revelar-se a outros por seu intermédio.
É quase sempre assim! Na busca desenfreada pelos nossos interesses, com freqüência estamos na igreja e não percebemos que somos a igreja. Ouvimos sobre missões e invariavelmente associamos o termo aos programas esporádicos de arrecadação de dinheiro para trabalhos em lugares remotos. Ouvimos e vemos missionários, pensando que são cristãos especiais e não nos damos conta de que todo o cristão deve cumprir com zelo o Ide e fazei discípulos de todas as nações. Estamos em templos cada vez mais suntuosos, enquanto ainda encontramos inúmeras comunidades que não possuem nenhum trabalho evangélico implantado. Carregamos em nosso consciente que missionário, evangelista, pastor ou obreiro de tempo integral deve estar apto a padecer por dificuldades com serenidade, mas não admitimos que tais dificuldades cheguem a nossas casas.
Enfim, até desejamos fazer algo em favor do Reino, mas nos lembramos de nossos caprichos enraizados e temos dificuldade de prosseguir com as nossas boas intenções. Esquecemos-nos de Mateus 6. 25-35 e buscamos textos bíblicos que nos convém, mesmo que para isso, tenhamos que tirá-los totalmente do contexto e darmos uma forçadinha no seu significado. Às vezes, até nos aprofundamos no estudo da Bíblia, mas quase sempre as nossas práticas estão bem a quem do nosso vasto conhecimento das Escrituras.
Não creio que o evangelho seja um voto de pobreza, mas estou convicto que o evangelho nos chama a negarmos a nós mesmos, tomarmos a nossa cruz e seguirmos a Cristo. Também não entendo o evangelho como um caminho de penitência para a obtenção do favor de Deus, contudo, vejo que os valores do Reino são diferentes dos valores do mundo (Cl 3. 1-3).
Na viagem a Pernambuco, podendo conhecer um pouco da realidade de algumas comunidades, como de Brejão e de Correntes, vi mais uma vez quão grande necessidade temos em nosso próprio país e quão poucos obreiros têm se colocado a disposição do Senhor para o trabalho. Percebi, outra vez, que aquilo que para poucos é necessidade, para muitos é luxo. Pude encontrar vidas que, com tão pouco, se doam em favor da restauração de outras vidas e se alegram no serviço do Senhor e se satisfazem com a presença de Deus no seu dia-a-dia.
Louvo a Deus pela oportunidade que me dá para entender que o que tenho é mais do que suficiente para servi-Lo, que careço muito da Sua misericórdia diária e que o serviço do Senhor revigora a fé e revela minha condição carente da graça de Deus. Poder partilhar de experiências do campo missionário é um presente de Deus.
Se há um motivo maior para servir, este motivo é a graça de Deus que um dia me alcançou! Ver esta graça se manifestando diariamente em nossas limitações nos motiva a buscarmos mais do Senhor! O campo missionário é uma oportunidade ímpar, dinâmica e desafiante de experimentarmos dessa graça de Deus. Fica o desafio de investir mais dos seus recursos, do seu tempo, da sua presença em missões! Tenha certeza, seus valores serão impactados por um Deus que tem interesse de revelar-se a outros por seu intermédio.
Mensagem de Deus essas palavras para meu coração!
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