quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Mutualidade cristã... ser ou não ser? Eis a questão

Só para pensarmos...

"Para que viver uma vida na igreja sem querer viver o real sentido de ser igreja? Como conciliar "cada um cuida da sua vida" com "devemos ser um, como o Pai em Cristo é"?

Será que Jesus Cristo, Paulo e João estavam equivocados???

Basta lermos Mt. 5. 43-48;
                     Jo 17. 20-23;
                     Gl 5. 13-15;
                     Ef 4. 1-6;
                     1Jo 4. 7-5. 3"

...e se o Espírito Santo ministrar, também para adotarmos nova conduta de vida!

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Dia de Finados, qual é a moral da historia?

Dia 02 de Novembro é o dia em que se comemora o Dia de Finados (no Brasil), dos Mortos (No México) ou dos Fiéis Defuntos (em Portugal). Mas você sabe o porquê desse dia?

Essa é, por incrível que pareça, uma tradição "cristã". Relatos apontam que a tradição teve o seu início ainda nos primeiros séculos, quando os cristãos dos primeiros séculos, começaram a visitar os túmulos de mártires, orando pelos seus mortos. A partir do séc. V, a Igreja passou a dedicar um dia do ano para interceder por todos os mortos. No século X, a Igreja Católica passou a se posicionar mais incisivamente sobre o dia dos mortos, pela liturgia omnium fidelium defunctorum (“de todos os fiéis defuntos”). No século XIII, a Igreja Católica Romana adotou o dia 2 de novembro como o dia de Finados. A escolha da data se deu em virtude do Dia de Todos os Santos, comemorado todo 1º de novembro, pela Igreja Católica, que acredita que todas as pessoas, ao morrerem em santidade, entram em estado de graça, mesmo não sendo canonizados.

Mas por que orar pelos mortos? A doutrina no purgatório tem uma ligação direta com as práticas atuais dos que praticam a oração pelos mortos. Os católicos acreditam que ao morrer, a alma da pessoa comparece diante do arcanjo São Miguel, que pesa em sua balança as virtudes e os pecados feitos em vida pela pessoa. Quando a pessoa não praticou más ações, seu espírito vai imediatamente para o céu, onde não há dor, apenas paz e amor. Quando as más ações que a pessoa cometeu são erros pequenos, a alma vai se purificar no purgatório. Logo, nessa ótica, toda oração, boa obra e a própria missa, são recursos que os fiéis usam para reduzir o tempo ou, ao menos, amenizar a passagem do morto pelo processo doloroso de purificação do purgatório.

Para a defesa dessa tradição a doutrina católica evoca algumas passagens de livros apócrifos como Tobias 12. 12 e 2 Macabeus 12. 43-46 e passagens bíblicas, como Jó 1. 18-20, Sl 103. 20, 21 e Mt 12. 32; 17. 4 (com interpretacão, no mínimo duvidosa).

Contudo, aquele que deseja verdadeiramente ser guiado pelas Escrituras Sagradas – não condicionando-as ao que lhe convém – precisa ser relembrado de algumas verdades a respeito da oração e do pós-morte.

Em nenhum lugar da Bíblia vemos a aprovação de Deus para orações que não sejam dirigidas a Ele e tão somente a Ele. Até mesmo o culto a anjos, que são criaturas celestiais, merece forte repreensão. Por ser um ato de adoração, a oração, deve ser entendida à luz de Ex 20. 2-4; Dt 6. 13; Is  45. 22; Mt 6. 9; Ap 4. 11, em que só Deus merece todo louvor e adoracão.

Se a oração em favor dos mortos não se trata de destinatário indevido, pelo menos é com o objeto inapropriado, pois a oração por aqueles que já partiram ofende a vários princípios das Escrituras.

Orar por quem já partiu, acreditando que isso aliviará um processo de dor purificadora da alma, é minimizar a grandiosa e exclusiva, em eficiência, morte de Cristo, afinal sua morte é o único meio para se perdoar de uma vez por todas a ofensa dos pecados do homem (Cf. Hb 10. 14, 15; Jo 19. 30; 17. 4; Rm 8. 1; 1Jo 2. 1, 2). Orar em favor dos mortos também desconsidera o grande abismo que existe entre o mundo dos vivos dessa terra com o dos mortos, conforme vemos em Lucas 16. 26. Não podemos nos esquecer de que aquele que morrer só resta uma coisa, aguarda o Dia Final, em que será ressuscitado com Cristo ou condenado eternamente (cf. Hb 9. 27, 28). Além disso, orar em favor dos santos já mortos, a fim de que os mesmos intercedam por nós vivos, é um insulto direto ao ministério do Espírito Santo (cf. Rm 8. 26b, 27).

Portanto, ao invés de orar pelos mortos, oremos pelos mortos-vivos, que são aqueles que possuem o fôlego de vida, mas estão mortos espiritualmente, pela ausência de Cristo em suas vidas. Esses mortos-vivos, que estão afundados na condenação dos seus pecados, ainda têm a oportunidade de experimentar a verdadeira vida em Cristo Jesus.

Leia a Bíblia e veja o quanto a sua verdade pode lhe surpreender!

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Pensamentos cristãos


"É inconcebível que um homem receba a fé em Cristo, que aceite essa dádiva que Cristo oferece, e continue alegremente vivendo em pecado. Pois o que Cristo nos oferece é exatamente a salvação do pecado - não somente salvação da culpa do pecado, mas também salvação do poder do pecado."

John Gresham Machen (1881-1937) - teólogo do Seminário de Princeton

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Aparência ou Essência

"As revoluções são a locomotiva da história” (Karl Marx)

O mundo valoriza a aparência.
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“E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.” (1Coríntios 13:3 – Apóstolo Paulo)

Deus, o criador do mundo, valoriza a essência.
Nem sempre o que parece é, não é?  O que você mais tem valorizado ?
Vida em Cristo tem muito mais sentido, basta crer e ver!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Pensamentos cristãos

A Bíblia não nos foi dada para aumentar nosso conhecimento, mas para mudar nossa vida 
D.L. Moody (1837-1899)

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Pensamentos cristãos

"Grande parte de nossa dignidade está em reconhecer nossa indignidade."  
Matthew Henry (1662-1914) - Comentarista Bíblico Presbiteriano, nascido na Inglaterra. 

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Bíblia, mais do que "fé", vida com Deus

Estava um tempo parado com o Blog, mas não posso deixar de compartilhar o que Deus tem feito em nós e através de nós...

por isso, a partir dessa semana, iniciaremos algumas breves reflexões que Deus tem nos dado no decorrer desse ano.

Hoje, o desafio da semana encontra-se nos textos de: 2Tm 3. 16, 17; Rm 12. 1, 2; Ef 4. 22-24.

O que a Bíblia tem sido para você? Um amuleto, um símbolo religioso ou regra de fé e vida?

Nossa perspectiva, nossos valores e escolhas devem estar firmadas na Palavra de Deus, que é viva e eficaz!

Boa semana e até o próximo domingo!